O ano de 2006 começa muito bem, e a Birne Produções trás para o Espírito Santo dois shows inéditos no estado. Diretamente de Recife, uma das mais premiadas e conceituadas bandas brasileiras, NAÇÃO ZUMBI. Sempre muito fácil de ouvir e de se gostar – e cada vez mais difícil de definir, a Nação Zumbi é dona de um show poderosíssimo, testado e reverenciado nos palcos de festivais de todo o Brasil, da Europa e EUA (e que foi devidamente registrado num ótimo DVD). Ao vivo, o repertório mesclado de todas as fases se impõe pela força quase ritual da apresentação, e pelo impacto propriamente físico do som.

A NAÇÃO ZUMBI se apresenta em Vitória no dia 24 de Março de 2006, juntamente com os gaúchos da banda CACHORRO GRANDE.

Figurino, sonoridade e atitude, a banda CACHORRO GRANDE estampa Rock’n’Roll em todos os gestos. Formada há seis anos em Porto Alegre, o grupo comemora o bom momento vivido em 2005, onde se consagraram fazendo com que o rock gaúcho ressurgisse na mídia nacional.

 
 



Acompanhando Chico Science, a Nação Zumbi foi figura central do último grande movimento inovador da música brasileira. Á frente da cena do Mangue Bit, eles misturaram rock, elementos folclóricos de Pernambuco, soul, funk e fizeram um tipo de música que ninguém tinha feito. Com a morte de Science, a banda mostrou um poder de reação invejável. O lançamento de Radio S.AM.BA, Nação Zumbi e, este ano, Futura, mostra uma banda madura, com um som potente que cresce ainda mais ao vivo graças à habilidade do guitarrista Lúcio Maia, um dos grande nomes da sua geração.

O grupo Nação Zumbi foi criado em 1990, sob a liderança de Chico Science. Com ideais e diversas influências sonoras, eles mesclaram duas bandas que já existiam em Recife. Loustaf, da qual Chico fazia parte, e Lamento Negro, bloco afro de Gilmar Bolla 8. Dessa união, surge Chico Science e Nação Zumbi, que uniu tambores, muita percussão, guitarras funk psicodélicas e letras inspiradas.

Quem faz parte:

Dengue - baixo
Pupillo - bateria
Lúcio Maia - guitarra
Gilmar Bola 8 - tambor
Gira - tambor
Jorge Du Peixe - tambor
Toca Ogam - percussão
Marquinhos – percussão



As performances costumam do Cachorro Grande costumam ser incendiárias. Já teve instrumento quebrado em cena, integrante ferido por uma guitarra voadora e tudo. Foi assim que eles começaram a achamar a atenção em Porto Alegre. Com seus terninhos mods e um comportamento frenético no palco, eles encarnam bem o espírito rock gaúcho. Depois de dois discos independentes, a banda conseguiu um contrato com uma gravadora grande, o que garante que o terceiro álbum, Na pista, tenha uma distribuição nacional bem organizada. O som, que bebe na fonte dos anos 60, cai como uma luva em grande espetáculos como shows a céu aberto.

Quem faz parte:

Beto Bruno
Marcelo Gross
Gabriel Azameuia
Pedro Pelotas

 



 
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